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Dança: movimento e imaginação que transformam a infância

Expressão corporal e aprendizado desde os primeiros passos

28/03/2025

Ritmo, criatividade e movimento se unem na dança para favorecer o desenvolvimento infantil. Ainda nos primeiros anos da infância, quando o corpo está em formação e a criança começa a expressar emoções, interesses e vínculos com o outro, a dança surge como uma ferramenta poderosa para estimular diversas áreas ao mesmo tempo. Estilos variados podem ser adaptados à rotina de crianças pequenas, desde que respeitem a fase do desenvolvimento e sejam conduzidos com cuidado e ludicidade.

A dança contribui para o fortalecimento muscular, melhora da postura e equilíbrio, além de desenvolver a coordenação motora — tanto ampla quanto fina. Crianças que dançam aprendem a controlar melhor os movimentos e têm mais consciência corporal. Ao explorar diferentes gestos, saltos e giros, elas também desenvolvem noções de espaço e lateralidade, que serão importantes em outras áreas da vida escolar.

Para crianças pequenas, o ideal é priorizar atividades de expressão corporal e musicalização, nas quais os movimentos sejam mais livres e conectados com brincadeiras. Esses estilos permitem que a criança se sinta segura para explorar o próprio corpo sem a exigência de técnicas complexas. À medida que crescem, podem ser introduzidos estilos como balé clássico, jazz, danças folclóricas e hip-hop, que acrescentam ritmo, precisão e maior domínio corporal.

A musicalidade tem papel central nesse processo. Ao interpretar sons por meio do corpo, a criança amplia a sensibilidade auditiva, aprende a reconhecer ritmos e a reagir a estímulos variados, fortalecendo as conexões entre o que escuta e o que executa. Isso ativa regiões do cérebro relacionadas à memória, ao foco e à resolução de problemas, trazendo ganhos inclusive no desempenho escolar.

Além dos aspectos físicos e cognitivos, a dança tem um impacto importante no campo emocional. Crianças tímidas, por exemplo, ganham mais segurança ao se expressar por meio de gestos. A improvisação e a criação coreográfica desenvolvem autonomia e autoestima. “Quando as crianças dançam, estão também contando histórias com o corpo. Isso permite que expressem sentimentos que às vezes ainda não conseguem verbalizar”, ressalta Angela Ledo, coordenadora de Educação Infantil do Colégio Villa-Lobos, de São Bernardo do Campo (SP).

Outro ponto relevante é a convivência com os colegas durante as aulas. Atividades em grupo ajudam a criança a entender regras de convivência, a respeitar o tempo do outro e a colaborar em um ambiente coletivo. Isso favorece a empatia e melhora a qualidade das interações sociais.

Para Angela Ledo, esse é um diferencial que merece destaque: “A dança convida a criança a se conectar com o outro sem usar palavras. É um caminho afetivo e educativo que marca a infância de forma positiva”.

Seja qual for o estilo, o mais importante é que a dança faça sentido para a criança, despertando o interesse, promovendo alegria e favorecendo o crescimento em todos os aspectos. Para saber mais sobre dança infantil, visite https://primeiroato.com.br/2018/10/10/os-beneficios-da-danca-para-as-criancas/ e https://www.sintoniaescoladedanca.com.br/blog/os-beneficios-da-danca-na-educacao-infantil

 


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